As IAs chinesas se aproximam das líderes, mas a disponibilidade de chips pode definir o ritmo dessa disputa. Análises do Goldman Sachs e de Stanford apontam maior competitividade dos modelos chineses.
Na prática, a evolução da inteligência artificial depende também de equipamentos para treinar e operar os modelos. Gargalos de fabricação persistem, e a expansão não comprova que a China seja autossuficiente em chips.